2 ideias sobre “Teste da orelhinha já é obrigatório”
Amigo MFC, o Pediatra em chamas compartilhou no FB e estou aproveitando para repostar o comentário aqui:
Uma das reflexões é a que o nosso Pediatra em casa postou no Facebook, a do seguimento em uma rede de cuidados a partir de um número significativo de novos diagnósticos.
Há outra: OEA não tem evidências de custo-benefício como exame de screening para todos os recém-natos, e não se sabe quais são os riscos de falsos negativos e consequentes intervenções danosas.
A melhor evidência aponta para seu uso em RNs de risco (história familiar, visita ao CTINeo, prematuridade).
E há um teste ridiculamente simples que, também não baseado em evidências, pode despertar suspeitas e, quem sabe, ser o “screening para o screening”: o das palmas maternas com o RN de frente para o examinador. Mas deve ser bobagem, afinal, uma propedêutica cara sempre vai ser melhor que o exame físico, certo?
Leonardo, confesso que não examinei pessoalmente a questão do custo-benefício da triagem auditiva neonatal universal. O que não deixa de ser irônico, levando em consideração o artigo que sairá quarta-feira.
Amigo MFC, o Pediatra em chamas compartilhou no FB e estou aproveitando para repostar o comentário aqui:
Uma das reflexões é a que o nosso Pediatra em casa postou no Facebook, a do seguimento em uma rede de cuidados a partir de um número significativo de novos diagnósticos.
Há outra: OEA não tem evidências de custo-benefício como exame de screening para todos os recém-natos, e não se sabe quais são os riscos de falsos negativos e consequentes intervenções danosas.
A melhor evidência aponta para seu uso em RNs de risco (história familiar, visita ao CTINeo, prematuridade).
E há um teste ridiculamente simples que, também não baseado em evidências, pode despertar suspeitas e, quem sabe, ser o “screening para o screening”: o das palmas maternas com o RN de frente para o examinador. Mas deve ser bobagem, afinal, uma propedêutica cara sempre vai ser melhor que o exame físico, certo?
Abraço, MFC-Br
Leonardo, confesso que não examinei pessoalmente a questão do custo-benefício da triagem auditiva neonatal universal. O que não deixa de ser irônico, levando em consideração o artigo que sairá quarta-feira.