6 ideias sobre “Nem sempre é melhor prevenir do que remediar”
Uma maneira simples e perfeita de traduzir para o público os complicados conceitos da epidemiologia de Número Necessário para Tratar (NNT) e Número Necessário para o Dano (NNH). Brilhante o raciocínio e a forma como você explica ao leigo porque a indústria da prevenção quer fazer exames “preventivos” e porque vários médicos não!
Leonardo, agradeço a sugestão. Só não acredito que se aplique a este caso, porque não acontece prevenção alguma. Mas numa próxima ocasião pretendo aproveitar a dica. Em tempo: pensando bem, poderíamos falar em NNT e NNH se pararmos o raciocínio antes do 1 menos 1 igual a 0.
Vou direto ao assunto, já tive 9 esquemias transitórias, tenho 51 anos, fiz vários exames, inclusive de carótidas, também eletroencéfalograma mapeado, ressonância magnética,tomografia computadorizada, e nada de incomum aconteceu. Todos os exames foram normais. Nesse caso, devo insistir fazendo esses novos exames, ou essa estenose é apenas um estreitamento de alguma artéria sem a ocorrência de coágulos? Tomo rivotril 1mg, taurest 50mg, moduretic 25/2,5 e AAS.Sem contar outros exames relacionados ao coração, exame de sangue, urina, etc.
Luis Claudio, este artigo usou como exemplo o ecodoppler de carótidas para a população geral, e não para a investigação de pessoas com ataques isquêmicos transitórios. Eu não posso me responsabilizar por discutir o que é melhor especificamente para você; o assunto precisa ser discutido com o seu médico.
Devemos tomar muito cuidado.
Uma coisa são exames preventivos destinados a triagem de pessoas saudáveis, sem fatores de risco, sem doença estabelecida, onde a indicação pode resultar em falsos positivos e em danos.
Outra coisa é a indicação de exames de diagnóstico para pessoas com doenças e/ou fatores de risco. A indicação, necessidade e número necessário para dano ou benefício são absolutamente diferentes.
O seu caso é diferente do exposto no artigo do Dr. Leonardo.
Uma maneira simples e perfeita de traduzir para o público os complicados conceitos da epidemiologia de Número Necessário para Tratar (NNT) e Número Necessário para o Dano (NNH). Brilhante o raciocínio e a forma como você explica ao leigo porque a indústria da prevenção quer fazer exames “preventivos” e porque vários médicos não!
Leonardo, agradeço a sugestão. Só não acredito que se aplique a este caso, porque não acontece prevenção alguma. Mas numa próxima ocasião pretendo aproveitar a dica. Em tempo: pensando bem, poderíamos falar em NNT e NNH se pararmos o raciocínio antes do 1 menos 1 igual a 0.
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Boa tarde doutor,
Vou direto ao assunto, já tive 9 esquemias transitórias, tenho 51 anos, fiz vários exames, inclusive de carótidas, também eletroencéfalograma mapeado, ressonância magnética,tomografia computadorizada, e nada de incomum aconteceu. Todos os exames foram normais. Nesse caso, devo insistir fazendo esses novos exames, ou essa estenose é apenas um estreitamento de alguma artéria sem a ocorrência de coágulos? Tomo rivotril 1mg, taurest 50mg, moduretic 25/2,5 e AAS.Sem contar outros exames relacionados ao coração, exame de sangue, urina, etc.
Luis Claudio, este artigo usou como exemplo o ecodoppler de carótidas para a população geral, e não para a investigação de pessoas com ataques isquêmicos transitórios. Eu não posso me responsabilizar por discutir o que é melhor especificamente para você; o assunto precisa ser discutido com o seu médico.
Luis Cláudio,
Devemos tomar muito cuidado.
Uma coisa são exames preventivos destinados a triagem de pessoas saudáveis, sem fatores de risco, sem doença estabelecida, onde a indicação pode resultar em falsos positivos e em danos.
Outra coisa é a indicação de exames de diagnóstico para pessoas com doenças e/ou fatores de risco. A indicação, necessidade e número necessário para dano ou benefício são absolutamente diferentes.
O seu caso é diferente do exposto no artigo do Dr. Leonardo.
Att
Leonardo Savassi