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7 ideias sobre “Idec e Procon-SP alertam: Plano de saúde individual será impagável

  1. Pingback: Tweets that mention Idec e Procom-SP alertam: Plano de saúde individual será impagável | Doutor Leonardo -- Topsy.com

  2. Olá, vim conhecer seu blog, pois o vi através da Andreia Torres, nutricionista.

    Aproveitando o ensejo, gostaria de fazer um pedido…

    Gostaria de receber seu voto no Concurso BlogBooks que estou participando, é que meu blog poderá virar um livro e isso é um sonho né!
    Se você acha que merecemos, por favor vote em nós. Pode votar quantas vezes quiser e poderá também divulgar para seus amigos, se achar oportuno.
    O link é esse: http://migre.me/15kNZ

    Agradeço seu carinho e muito sucesso para ti.

    Vânia Almeida

  3. Não sei se a melhor forma é a ANS regular os contratos das PJ (pessoas jurídicas, ou seja, empresas), ou se deveria deixar de regular o preço dos PF (pessoa física, ou seja, o indivíduo). Pelo visto, as empresas ou associações são mais eficazes em negociar que os indivíduos. Acredito inclusive que se a negociação ficar “pau-a-pau”, as seguradoras desistem de vez de ter planos para PF.

    Meu plano pessoal é feito atravez de uma associação de médicos… seria impossível ter plano de saúde para 5…

    Talvez a ANS devesse sair da jogada, e ao invés de regular os reajustes, algo deveria ser feito, como um conglomerado de pessoas, uma associação de bairro ou de classe, e as pessoas jurídicas começarem a negociar em conjunto. Seria a melhor forma. Talvez ao invés de “melar” a eficaz negociação das empresas, deveriamos promover melhores formas de os indivíduos negociarem em grupo.

    • Os planos de saúde coletivos não precisam ser contratados por empresas; eles também podem ser contratados por alguns tipos de associação. O problema dessa negociação é que ela ainda é desigual, e por isso o Idec defende que a ANS passe a regular esses contratos de forma a proteger os interesses dos segurados. A portabilidade, por exemplo, não se aplica a planos de saúde coletivos, porque a ANS não regula esses contratos. Acredito que se a portabilidade se aplicasse a planos de saúde coletivos isso facilitaria em muito a negociação.

  4. Não conseguiu vacinar seu filho? A vacina contra a paralisia infantil ainda está disponível em toda a rede pública do país. Vá ao posto de saúde mais próximo e imunize todas as crianças menores de cinco anos. A poliomielite é uma doença grave e não existe no Brasil desde 1989. Vamos ajudar a mantê-la longe das nossas casas!

    Mais informações: comunicacao@saude.gov.br ou http://www.formspring.me/minsaude

  5. Acho que isso não vai ocorrer porque a ANS colocará o valor sempre no limite do suportável, o que obrigará os planos de saúde a cortarem gastos e piorarem a qualidade dos serviços. Teremos alguns efeitos colaterais, como a redução da oferta de atendimentos ambulatoriais em favor dos atendimentos hospitalares. Na UNIMED aqui em Brasília já ocorre isso com a pediatria e psiquiatria. Há cada vez menos clínicas, que trabalham cada vez mais com particular, e aumenta o volume de atendimentos em hospitais conveniados. Sai o especialista e entra o residente.

    • O que não deixa de ser uma ironia, porque o serviço hospitalar é muito mais gastador que o ambulatorial. Com o descredenciamento dos profissionais de ambulatório, os custos para os pacientes aumentam, diminuindo o acesso ao atendimento ambulatorial. Isso, combinado ao fato do plano de saúde cobrir integralmente as despesas hospitalares, vai estimular as internações hospitalares desnecessárias e/ou preveníveis, piorando ainda mais a eficiência do plano de saúde.

      Na medida em que a situação ficar mais apertada, os planos de saúde precisarão escolher entre continuar a ser como um supermercado (Acho que hoje vou querer consultar um nefrologista para saber se essas minhas dores nas costas são dos rins — ou será um melhor consultar um urologista? Vou marcar os dois.) ou realmente se estruturar para atender às necessidades de saúde dos pacientes. Isso vai depender em grande parte dos valores dos pacientes, e por isso acredito que num primeiro momento os planos de saúde vão continuar a se comportar como supermercados. O sentido contrário só se tornará expressivo quando os próprios pacientes (ou usuários, clientes, consumidores, vida, como queira) perceberem que não está dando certo e que existe uma alternativa.

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