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	<title>Doutor Leonardo &#187; camisinha</title>
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	<description>Medicina de família e comunidade</description>
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		<title>Por que os homens morrem mais cedo?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 03:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As causas incluem fatores de risco como uso de álcool, tabagismo, pressão alta e falta de aleitamento materno. <a href="http://leonardof.med.br/2010/08/27/por-que-os-homens-morrem-mais-cedo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje se completa um ano desde que o Ministério da Saúde lançou a <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=33061">Política Nacional da Saúde do Homem</a>. (Leia a <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&#038;id_area=124&#038;CO_NOTICIA=10490" title="MS lança Política Nacional de Saúde do Homem">nota publicada em 2009</a>.) Todo o mundo o mundo viu na televisão o que os médicos já sabiam havia muito tempo: o homem morre mais cedo que a mulher. Quando a política foi lançada, a expectativa de vida ao nascer dos homens era estimada em 7,6 anos a menos que a das mulheres.</p>
<p>O engraçado é que os homens morrem mais cedo, mas adoecem menos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), um homem brasileiro que nascesse em 2002 teria uma uma expectativa de passar 13,0% de sua vida, ou seja, 8,5 anos com algum grau de incapacidade (que é uma forma de medir a gravidade das doenças). Já uma mulher que nascesse naquele mesmo ano teria uma expectativa de passar 9,8 anos com incapacidade, ou seja 13,6% de sua expectativa total de vida.</p>
<p>A maioria dos consultórios médicos recebe mulheres com muito mais frequência do que homens. Além de adoecer mais, as mulheres vão ao médico com mais facilidade que os homens, seja por motivos culturais, seja por motivos trabalhistas. Quando o agente comunitário de saúde visita uma família, é quase sempre a mulher que o atende, mesmo que o homem esteja em casa.</p>
<p>Pensando em ajudar todos a olhar um pouco mais para a saúde do homem, trago aqui uma análise dos 10 principais fatores de risco para a saúde do homem brasileiro. Para dar uma dimensão da importância de cada fator de risco, anotei entre parênteses a proporção da <em>carga de doença</em> da população masculina que é causada por aquele fator de risco.</p>
<p><span id="more-1044"></span></p>
<ul>
<li><strong>Uso de álcool</strong> (15,2%) — Apesar do álcool uso moderado do álcool ter um aparente efeito protetor para a doença cardíaca isquêmica (angina, infarto cardíaco) e para a forma isquêmica da doença cerebrovascular (mais conhecida como <abbr title="acidente vascular cerebral">AVC</abbr> ou derrame), existem dezenas de doenças para as quais quanto mais álcool pior, mesmo se a pessoa não for alcoolista. Não é segredo que os homens bebem muito mais do que as mulheres. O resultado é que o sexo masculino sofre 6,0 vezes as consequências que o sexo feminino sofre pelo uso excessivo do álcool. (Leia também: <q><a href="http://leonardof.med.br/2011/01/05/voce-sabe-beber-com-moderacao/" rel="bookmark">Você sabe beber com moderação?</a></q>.)</li>
<li><strong>Tabagismo</strong> (4,2%) — Outro fator de risco tradicionalmente ligado ao gênero masculino. Mesmo com a proporção cada vez maior de mulheres entre os fumantes, a carga de doença decorrente do uso do tabaco nos homens é 2,6 vezes a carga das mulheres. Como os efeitos deletérios do tabagismo demoram a aparecer, espera-se que essa diferença diminua sensivelmente ao longo das próximas décadas. Em maio escrevi uma série de artigos sobre o assunto: <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/05/10/10-motivos-para-fumar/" rel="bookmark">10 motivos para fumar</a></q>, <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/05/24/10-motivos-para-parar-de-fumar/" rel="bookmark">10 motivos para parar de fumar</a></q>, <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/05/17/as-doencas-causadas-pelo-tabagismo-passivo/" rel="bookmark">As doenças causadas pelo tabagismo passivo</a></q>, e <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/05/31/como-parar-de-fumar/" rel="bookmark">Como parar de fumar</a></q>.</li>
<li><strong>Sobrepeso e obesidade</strong> (3,5%) — Apesar de ser o terceiro fator de risco que mais contribui para a carga de doença do homem brasileiro, o excesso de peso traz ainda mais consequências para a população feminina. Dessa forma, não é pela obesidade que os homens morrem antes que as mulheres. (Leia também: <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/04/22/como-saber-se-voce-esta-acima-do-peso-ideal/">Como saber se você está acima do peso ideal</a></q>.)</li>
<li><strong>Pressão alta</strong> (3,3%) — O ideal seria que todo o mundo tivesse a pressão menor do que 12 por 8. Acima disso, aumenta cada vez mais o risco de AVC, infarto cardíaco, amputação e várias outras doenças cardiovasculares (do coração e dos vasos sanguíneos). Como todo o mundo vai morrer um dia, o importante não é saber qual vai ser a causa de morte. Mas, quando o risco de uma doença aumenta, aumenta também o risco da pessoa ter uma morte ou incapacidade precoce, o que se traduz em menos anos de vida saudáveis. No Brasil os homens têm 20% mais carga de doença causada pela pressão arterial do que as mulheres, presumidamente pela dificuldade em fazer acompanhamento médico. (Leia também: <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/04/26/como-prevenir-e-controlar-a-hipertensao-arterial/" rel="bookmark">Como prevenir e controlar a hipertensão arterial</a></q>.)</li>
<li><strong>Glicose alta</strong> (3,1%) — Assim como no caso da pressão arterial, quanto menor a glicemia (o nível de glicose no sangue), menor o risco da pessoa desenvolver complicações cardiovasculares nos próximos anos. Há dois meses escrevi três artigos sobre o assunto: <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/06/25/conheca-os-sintomas-do-diabetes-mellitus/">Conheça os sintomas do diabetes mellitus</a></q>, <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/06/28/quem-tem-risco-de-ter-diabetes-mellitus/">Quem tem risco de ter diabetes mellitus</a></q>, e <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/07/05/como-prevenir-o-diabetes-mellitus/">Como prevenir o diabetes mellitus</a></q>. O diabetes e o pré-diabetes trazem ainda mais consequências para a saúde da população feminina do que para a da masculina, então não é por causa disso que os homens morrem mais cedo.</li>
<li><strong>Falta de aleitamento materno</strong> (2,3%) — A alimentação do bebê deve ser completamente constituída pelo leite materno até completar 6 meses de idade; a partir daí os alimentos da família devem ser introduzidos gradualmente, mas mantendo o aleitamento materno 2 a 3 vezes ao dia até pelo menos os 2 anos de idade. A interrupção precoce do aleitamento materno implica em maior mortalidade infantil e em menores de 5 anos de idade, e a carga disso para a saúde dos homens é 1,2 vez a carga para a saúde da mulher. (Leia também: <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/08/04/conheca-os-beneficios-do-aleitamento-materno-para-a-saude-da-mae/" rel="bookmark">Conheça os benefícios do aleitamento materno para a saúde da mãe</a></q>.)</li>
<li><strong>Sexo sem camisinha</strong> (2,2%) — Relações sexuais sem preservativo podem trazer doenças sexualmente transmissíveis e/ou Aids, mas para a mulher o risco é ainda maior. Algumas mulheres tentam abortar gravidezes indesejadas, e pela clandestinidade as tentativas de aborto podem levar ao óbito materno. (Assista a essa <a href="http://leonardof.med.br/2010/03/09/como-se-prevenir-contra-a-aids/" rel="bookmark" title="Como se prevenir contra a AIDS">propaganda bem-humorada sobre o uso da camisinha</a>.)</li>
<li><strong>Uso de drogas ilícitas</strong> (2,2%) — A maior consequência do uso problemático de cocaína (e crack), anfetaminas e opioides é a morte precoce. Os 2,2% que citei só incluem sobredose (<q lang="en">overdose</q>), suicídio, trauma (homicídio, acidentes de trânsito e outros) e infecção pela Aids; e não incluem o uso da maconha. A somatória desses problemas nos homens é 2,5 vezes a somatória das mulheres.</li>
<li><strong>Colesterol alto</strong> (2,1%) — O excesso de colesterol é um dos principais fatores de risco para a doença cardíaca isquêmica, além de outras doenças do aparelho circulatório. E o problema surge uns 5 anos mais cedo para os homens, que por isso têm uma carga de doença atribuída ao colesterol cerca de 40% maior que a das mulheres. (Leia também: <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/07/12/como-esta-sua-alimentacao/" rel="bookmark">Como está sua alimentação?</a></q>)</li>
<li><strong>Fatores de risco ocupacionais</strong> (2,1%) — O adoecimento ou falecimento decorrente do trabalho é muito maior no sexo masculino: a carga de doença atribuída é 5,8 vez aquela do sexo feminino. Mas as consequências variam muito de um lugar para o outro, e de uma ocupação para a outra.</li>
</ul>
<p>A carga de doença é uma forma de expressar o impacto de uma doença ou fator de risco. Esse impacto é medido em anos de vida perdidos (quando mais precoce a morte, pior), e ajustado para o grau de incapacidade das pessoas que não morrem mas têm que conviver com a doença ou uma consequência da mesma. Quanto maior o número de pessoas afetadas, maior a carga de doença. Já expliquei o conceito com mais detalhes nos artigos <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/03/17/os-10-maiores-fatores-de-risco-para-a-saude-do-brasil/" rel="bookmark">Os 10 maiores fatores de risco para a saúde do Brasil</a></q> e <q><a href="http://leonardof.med.br/2010/03/08/conheca-os-10-maiores-fatores-de-risco-para-a-saude-da-mulher/" rel="bookmark">Conheça os 10 maiores fatores de risco para a saúde da mulher</a></q>.</p>
<p>Assim como nesses dois outros artigos, os números são para toda a América Latina, e não apenas para o Brasil. Segunda-feira publico um novo artigo com a lista das <a href="http://leonardof.med.br/2010/09/01/as-10-principais-doencas-do-homem-no-brasil/" rel="bookmark" title="As 10 principais doenças do homem no Brasil">10 principais doenças do homem brasileiro</a>, desta vez com dados exclusivamente nacionais. Até lá!<br />
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<li><a href='http://leonardof.med.br/2010/03/08/conheca-os-10-maiores-fatores-de-risco-para-a-saude-da-mulher/' title='Conheça os 10 maiores fatores de risco para a saúde da mulher'>Conheça os 10 maiores fatores de risco para a saúde da mulher</a></li>
<li><a href='http://leonardof.med.br/2010/03/17/os-10-maiores-fatores-de-risco-para-a-saude-do-brasil/' title='Os 10 maiores fatores de risco para a saúde do Brasil'>Os 10 maiores fatores de risco para a saúde do Brasil</a></li>
<li><a href='http://leonardof.med.br/2011/02/23/ter-uma-saude-perfeita-nao-e-normal/' title='Ter uma saúde perfeita não é normal'>Ter uma saúde perfeita não é normal</a></li>
</ul>
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		<title>Como se pega (ou transmite) a AIDS</title>
		<link>http://leonardof.med.br/2010/07/16/como-se-pega-ou-transmite-a-aids/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 03:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
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		<category><![CDATA[agente comunitário de saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem tem HIV precisa usar camisinha, mesmo que tenha carga viral zero. <a href="http://leonardof.med.br/2010/07/16/como-se-pega-ou-transmite-a-aids/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma agente comunitária de saúde entrou em contato comigo, pedindo informações sobre o <abbr title="vírus da imunodeficiência humana">HIV</abbr> e a <abbr title="síndrome da imunodeficiência adquirida">AIDS</abbr>. A ACS estava preocupada com uma mulher que sabia ter o vírus da AIDS e se prostituía sem usar preservativo (camisinha) por acreditar que não transmitiria o vírus.</p>
<p><span id="more-818"></span></p>
<p>A AIDS é uma doença causada pelo HIV, que é um vírus transmitido por relação sexual, transfusão de sangue, gravidez (da mãe para o feto), e compartilhamento de seringas e outros materias perfurantes, por exemplo para usar drogas injetáveis (cocaína, heroína). Não existe nenhum tratamento comprovadamente capaz de eliminar o HIV, mas em alguns casos a pessoa pode conseguir uma <q>carga viral zero</q>. Isso significa que a pessoa tem uma quantidade tão pequena do vírus que os exames não conseguem detectar, até porque boa parte do vírus não fica na corrente sanguínea.</p>
<p>A maioria das doenças contagiosas deixa de ser transmitida depois de poucos dias de tratamento. Na AIDS isso é quase verdade. Quem está com carga viral zero, especialmente se estiver usando a medicação corretamente, tem uma chance muito menor de transmitir do que quem não se trata. A questão é: dá para confiar? Hoje em dia a melhor resposta é <q>não</q>. Pode ser até que isso mude daqui a uns anos, mas até o presente desconheço qualquer estudo que tenha comprovado que pessoas nessa situação sejam incapazes de transmitir o HIV.</p>
<p>Mesmo uma relação sexual entre duas pessoas portadoras do HIV precisa ser feita com camisinha. Vamos supor que uma pessoa tenha um vírus resistente ao medicamento A, e a outra pessoa tenha um vírus resistente ao medicamento B. Se as duas não usarem preservativo, ambas podem acabar com o HIV resistente tanto ao medicamento A quanto ao B.</p>
<p>Os homens costumam ter dificuldade para usar camisinha, ainda mais depois de terem usado bebida alcoólica. Provavelmente, a prostituta desistiu da camisinha mais por questões financeiras do que por uma consciência tranquila. Mas não tem jeito, é necessário usar preservativo. Se isso serve de consolo (para os clientes), a camisinha facilita para o homem manter a ereção.</p>
<p>Por outro lado, é praticamente impossível pegar o HIV trabalhando com alguém. Recapitulando, <a href="http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMIS81B68422PTBRIE.htm" title="Ministério da Saúde: Assim pega / Assim não pega" class="broken_link">assim não pega</a>:</p>
<ul>
<li>sexo, desde que se use corretamente a camisinha</li>
<li>masturbação a dois</li>
<li>beijo no rosto ou na boca</li>
<li>suor e lágrima</li>
<li>picada de inseto</li>
<li>aperto de mão ou abraço</li>
<li>talheres / copos</li>
<li>assento de ônibus</li>
<li>piscina, banheiros, pelo ar</li>
<li>doação de sangue</li>
<li>sabonete / toalha / lençóis</li>
</ul>
<p>Gostaria de encerrar este artigo sugerindo dois vídeos. O primeiro é uma <a href="http://leonardof.med.br/2010/03/09/como-se-prevenir-contra-a-aids/" rel="bookmark" title="Como se prevenir contra a AIDS">animação bem-humorada estimulando as pessoas a usar camisinha</a>.</p>
<p>O segundo é o filme <q>O Jardineiro Fiel</q>. Além de ser um ótimo filme, ele inclui uma apresentação de teatro feito por uma comunidade africana explicando como se pega, ou não, a AIDS. Um dos extras do DVD é a versão completa desse teatro.<br />
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<li><a href='http://leonardof.med.br/2010/03/09/como-se-prevenir-contra-a-aids/' title='Como se prevenir contra a AIDS'>Como se prevenir contra a AIDS</a></li>
<li><a href='http://leonardof.med.br/2012/04/10/agente-comunitario-de-saude-na-recepcao-da-unidade/' title='Agente comunitário de saúde na recepção da unidade'>Agente comunitário de saúde na recepção da unidade</a></li>
<li><a href='http://leonardof.med.br/2012/03/23/as-perguntas-certas-para-o-agente-de-saude-identificar-as-necessidades-das-familias/' title='As perguntas certas para o agente de saúde identificar as necessidades das famílias'>As perguntas certas para o agente de saúde identificar as necessidades das famílias</a></li>
</ul>
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		<title>Como se prevenir contra a AIDS</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Fontenelle</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma propaganda bem humorada sobre a importância da camisinha na prevenção da AIDS e da infecção pelo HIV. <a href="http://leonardof.med.br/2010/03/09/como-se-prevenir-contra-a-aids/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem a enfermeira Andressa Campos me apresentou um vídeo muito espirituoso sobre como se proteger do HIV. Trata-se de uma propaganda da organização não governamental francesa AIDES, que luta contra a AIDS e as hepatites virais. Importante avisar que o conteúdo não é adequado para crianças.</p>
<p><object style="centered" width="600" height="338"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9958802&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9958802&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="338"></embed></object><br />
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<li><a href='http://leonardof.med.br/2010/06/10/africa-testa-anel-vaginal-para-prevenir-transmissao-sexual-do-hiv/' title='África testa anel vaginal para prevenir transmissão sexual do HIV'>África testa anel vaginal para prevenir transmissão sexual do HIV</a></li>
<li><a href='http://leonardof.med.br/2012/02/21/e-melhor-usar-camisinha-o-ano-inteiro/' title='É melhor usar camisinha o ano inteiro'>É melhor usar camisinha o ano inteiro</a></li>
<li><a href='http://leonardof.med.br/2010/08/27/por-que-os-homens-morrem-mais-cedo/' title='Por que os homens morrem mais cedo?'>Por que os homens morrem mais cedo?</a></li>
</ul>
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